Livros e publicações

Confira os livros, revistas e apostilas que serão lançados durante o Seminário Internacional 1917: o ano que abalou o mundo.

capa-planificado-15ago-amarelo2.indd1917: o ano que abalou o mundo
Editora Boitempo e Edições Sesc São Paulo

Tendo em vista os aspectos culturais, político-econômicos e filosóficos inaugurados na Revolução Russa de 1917, e a oportunidade do seu centenário, a Boitempo Editorial e as Edições Sesc São Paulo publicam 1917 – O ano que abalou o mundo. No livro, autores como José Luiz Del Roio, Arlete Cavaliere, Tariq Ali, China Miéville e Wendy Goldman tratam em profundidade de temas como a influência e a herança do movimento no Brasil, as relações entre pensamento filosófico e revolução, a participação das mulheres revolucionárias, o legado da Revolução, o cinema soviético e o teatro russo. Todos os textos são seguidos por fotografias e cartazes de época, que discutem e representam o legado e o processo da Revolução.

Olga Benario Prestes: uma comunista nos arquivos da Gestapo
de Anita Leocadia Prestes

A abertura dos arquivos da Gestapo e sua disponibilidade recente revelaram uma importante fonte de documentos inéditos sobre Olga Benario Prestes, o que permitiu à historiadora Anita Leocadia Prestes, filha de Olga e Luiz Carlos Prestes, elaborar um texto original a respeito dessa intrépida revolucionária, vítima da barbárie nazifascista.

Esta breve narrativa biográfica contém não apenas preciosidades históricas e raridades documentais – que, por si sós, já valeriam a leitura –, ela oferece a perfeita dimensão da luta diária de Olga Benario Prestes por seus ideais, mesmo nas condições mais adversas. A resistência da jovem revolucionária diante da gigantesca e cruel máquina do Terceiro Reich, que a considerava uma “comunista perigosa”, parece ainda pulsar nestas páginas, como se seu coração, calado há 75 anos, ainda batesse. Um coração destemido, que, encarcerado, soube conjugar a luta política, o amor pelo grande companheiro e a preocupação com a educação da filha, de quem fora afastada prematuramente.

Após a abertura dos arquivos da Gestapo, essa filha, a historiadora Anita Leocadia Prestes, debruçou-se sobre as cerca de 2 mil páginas a respeito de Olga, recheadas de documentos inéditos, para trazer à tona informações até então desconhecidas. Em uma narrativa original, Anita revela a firmeza inabalável da revolucionária nos anos que antecederam seu assassinato no campo de concentração de Bernburg em abril de 1942. Enquanto, na prisão, Olga nutria esperanças de conseguir asilo em outro país, e, fora dela, sua sogra e sua cunhada faziam de tudo para que ela fosse libertada, os nazistas nunca consideraram essa hipótese. No entanto, ela jamais se curvou a seus algozes, jamais entregou companheiros e nem sequer revelou suas atividades políticas, ainda que a chantageassem com a perspectiva de voltar a ver a filha. Mais do que peças faltantes no quebra-cabeça da história, os documentos reproduzidos nessa obra, especialmente a correspondência inédita entre Olga e Luiz Carlos Prestes, nos permitem enxergar o presente com outros olhos.

Revolução das mulheres Final.inddA revolução das mulheres: emancipação feminina na Rússia soviética
de Graziela Schneider (org.)

Em 8 de março de 1917, uma manifestação reuniu, na Rússia, mais de 90 mil mulheres contra o tsar Nicolau II e a participação do país na Primeira Guerra Mundial. O evento, que também exigia melhores condições de trabalho e o fim imediato da fome que se alastrava pelo país, tomou proporções inimagináveis e culminou na chamada Revolução de Fevereiro, um prenúncio da Revolução de Outubro, que derrubou o tsarismo, deu o poder aos sovietes e levou à construção da URSS. Para comemorar o centenário dessa data incendiária, a  Boitempo publica A revolução das mulheres, antologia de artigos, atas, panfletos e ensaios de autoras russo-soviéticas produzidos nesse contexto de convulsão social e política.

Nesses textos de intervenção e reflexão sobre a condição e a emancipação da mulher, destaca-se sobretudo a importância da igualdade entre os gêneros na defesa da classe trabalhadora: a separação entre mulheres e homens interessava apenas ao capital, para a Revolução a luta deveria ser conjunta. A leitura, que percorre temas como feminismo, emancipação, trabalho, luta de classes, família, leis e religião, permite distinguir que houve, de fato, a conquista de direitos desde então, mas também demonstra que diversos critérios desiguais continuam em vigor, o que torna os textos, apesar de clássicos, mais atuais do que nunca. A coletânea vem acrescida de fotografias das autoras e de cartazes soviéticos em homenagem ao 8 de Março. Este é um livro feito integralmente por mulheres, da capa à edição, passando pela tradução, preparação, revisão e diagramação. A organização é da pesquisadora Graziela Schneider Urso, e os textos, em sua maior parte inéditos, foram traduzidos pela primeira vez no Brasil diretamente do russo para o português.

Guerra_Revolução_capa_frenteGuerra e revolução: O mundo um século após Outubro de 1917
de Domenico Losurdo

Este livro é uma vigorosa resposta àqueles que pretendem desacreditar a história da luta emancipatória. Neste denso e original balanço das revoltas modernas, Domenico Losurdo identifica e recrimina uma tendência reacionária que tem crescido entre historiadores contemporâneos: o revisionismo. Articulando com maestria categorias filosóficas e políticas como guerra civil internacional, revolução, totalitarismo e genocídio, o autor demonstra como as reais motivações dos revisionistas pouco têm a ver com o esforço para um melhor entendimento do passado; em vez disso, baseiam-se nas circunstâncias do presente e nas necessidades ideológicas das classes políticas. O revisionismo histórico quer erradicar a tradição revolucionária e reabilitar a tradição colonial. Em contrapartida, Losurdo oferece ao leitor uma nova perspectiva do século XX.

Pachukanis_escolhida_final.inddTeoria geral do direito e marxismo
de Evguiéni B. Pachukanis

O livro Teoria geral do direito e marxismo, do jurista Evguiéni Pachukanis, despontou como a mais importante reflexão sobre o direito no campo do marxismo. A princípio, a obra não foi pensada como um manual marxista para a teoria do direito, mas como “uma tentativa de aproximação da forma do direito e da forma da mercadoria”, como afirmou o jurista e bolchevique Piotr Stutchka após a leitura da primeira edição, publicada em 1924. Pachukanis tinha como intuito apenas trazer algumas questões da teoria geral do direito para discussões futuras, esboçando os traços fundamentais do desenvolvimento histórico e dialético das formas jurídicas a partir de conceitos que ele havia encontrado em O capital, de Karl Marx, e Anti-Dühring, de Friedrich Engels, mas o resultado acabou indo muito além do esperado: o livro se tornou uma referência em filosofia do direito e a obra mais importante de Pachukanis, indispensável como material didático nos cursos de graduação e nos estudos de crítica às instituições jurídicas burguesas, do ponto de vista do socialismo científico. Seus capítulos abordam os métodos de construção do concreto nas ciências abstratas, a ligação entre ideologia e direito, entre relação e norma, mercadoria e sujeito, direito e Estado, e demonstram que as categorias econômicas abordadas por Marx também são aplicáveis à ciência jurídica. “Elas, em sua aparente universalidade, exprimem, na realidade, um aspecto isolado da existência de um sujeito histórico determinado: a sociedade burguesa produtora de mercadorias”. Pela primeira vez traduzida diretamente do russo para o português, por Paula Almeida, esta edição conta com a cuidadosa revisão técnica do jurista e filósofo do direito Alysson Mascaro e do doutorando em filosofia e teoria geral do direito Pedro Davoglio.

capa_margem_28_finalMargem Esquerda: 1917
de vários autores

Edição especial da revista da Boitempo, inteiramente dedicada ao centenário da Revolução Russa, com dossiê especial sobre feminismo soviético e a questão da mulher na Revoluçãom com textos de Wendy Goldman, Maria Lygia Quartim de Moraes e Rejane Carolina Hoeveller; artigos de Michael Löwy, Slavoj Žižek, Miguel Urbano Rodrigues, Guido Liguori; entrevista com Anita Leocadia Prestes; e clássicos de György Lukács, Astrojildo Pereira, Valentina Terechkova, entre outros.

Laika_capa_p2.inddLaika [HQ]
de Nick Abadzis

Editora: Barricada

Em plena Guerra Fria, a União Soviética tomou a dianteira na corrida espacial ao colocar em órbita, em 1957, um satélite artificial que transportava o primeiro ser vivo a ir para o espaço: a cadelinha Laika. Nesta HQ roteirizada e ilustrada por Nick Abadzis, que foi vencedora do prêmio Eisner, o mais importante dos quadrinhos mundiais, a história dessa pequena heroína soviética é contada com o detalhamento e a delicadeza que ela merece, em uma mescla magistral de realidade e ficção.

Lenin_EstadoeRevoluçaoO Estado e a revolução
de Vladimir I. Lênin

Uma nova tradução, feita diretamente do russo e revisada por Paula Almeida, da obra publicada originalmente em setembro de 1917, às vésperas da Revolução de Outubro liderada pelo partido Bolchevique. Esse volume marcará o início da publicação das obras de Vladimir Lênin pela Boitempo.

_Comum_proposta aprovada.inddComum: ensaio sobre a revolução no século XXI
de Christian Laval e Pierre Dardot

Mundo afora, há movimentos que contestam a apropriação, por uma pequena oligarquia, das reservas naturais, dos espaços e serviços públicos, do conhecimento e dos meios de comunicação. Todas essas lutas trazem uma mesma exigência, repousam sobre um mesmo princípio: o comum.

Pierre Dardot e Christian Laval demonstram por que esse princípio se impõe atualmente como o termo central da alternativa política para o século XXI: ele une a luta anticapitalista e a ecologia política pela reivindicação de “comuns” contra as novas formas de apropriação privada e pelo Estado; ele articula as lutas práticas nas pesquisas sobre a gestão coletiva das reservas naturais e informáticas; ele indica formas democráticas novas que ambicionam tomar a frente da representação política e do monopólio dos partidos.

Essa emergência do comum na ação pede um trabalho de esclarecimento no pensamento. O sentido atual de comum distingue-se dos diversos usos dessa noção no passado, sejam filosóficos, jurídicos ou teológicos: bem supremo da cidade, universalidade da essência, propriedade inerente a certas coisas, ou, até mesmo, fim almejado pela criação divina. Há, no entanto, outro fio, que liga o comum não à essência dos seres humanos nem à natureza das coisas, mas à atividade dos próprios seres humanos: apenas uma prática de colocar em comum pode decidir o que é comum, reservar certas coisas para o uso comum, produzir regras capazes de submeter os seres humanos. Nesse sentido, o comum clama por uma nova instituição da sociedade por ela mesma: uma revolução.

Manifesto_Teses_capa provisória FRENTE_BAIXAManifesto Comunista/ Teses de abril

De Karl Marx e Friedrich Engels. Com textos introdutórios de Tariq Ali

A Revolução Russa de 1917 transformou o Manifesto Comunista no texto fundamental para socialistas em todo o mundo. No centenário do evento que marcou o século XX, esse volume coloca a obra mais famosa de Marx e Engels ao lado de outro texto clássico, Teses de abril, o manifesto revolucionário de Lênin que eleva a política a uma forma de arte. Essa edição comemorativa inclui textos introdutórios inéditos do jornalista, escritor, historiador, cineasta e ativista político Tariq Ali. Autor de mais de vinte livros sobre história mundial e política e um dos editores da revista New Left Review, Ali contextualiza o período – às vésperas das revoluções de 1848 – no qual Marx e Engels escreveram sua obra-prima e argumenta a necessidade de um sucessor à altura. O autor também rastreia a influência do Manifesto Comunista nas Teses de abril, de Lênin, texto que reviveu o Manifesto e fez dele um dos livros mais lidos na história. Para Lênin, escreve o historiador, foi o nascimento do imperialismo, legítima cria do capitalismo, que sinalizou o fim das “capacidades progressivas”.

Centelhas: Marxismo e revolução no século XXI
de Daniel Bensaïd e Michael Löwy

Coletânea de artigos de Michael Löwy e Daniel Bensaid sobre problemas do marxismo, da luta socialista e da política contemporânea. É uma amostra representativa da releitura que esses autores empreendem da tradição marxista à luz do conceito de história formulado por Walter Benjamin. A obra está dividida em dois blocos: “Comunismos heréticos: de Blanqui e Marx a Walter Benjamin”, com doze artigos, e “Debates contemporâneos: tecendo o fio vermelho nas lutas atuais”, com quinze. Organização e apresentação de José Correa.

O que vou ser quando crescer?
de Vladimir Maiakóvski

Livro infantil de Maiakóvski, publicado originalmente em 1929. Poema visual-concreto e ilustrado destinado ao público infantil sobre as profissões que o leitor poderia seguir quando crescer. Traduzido do russo por Paula Almeida.

Escritos de outubro Capa Frente-1.jpgEscritos de outubro: os intelectuais e a Revolução Russa (1917-1924)
de Bruno Gomide (org.)

A Revolução Russa gerou uma infinidade de interpretações feitas por escritores, artistas e filósofos muito variados. Não houve setor da intelligentsia que ficasse indiferente a ela. Não há, no Brasil, uma antologia que apresente um conjunto significativo dessas vertentes na área da cultura. O objetivo é apresentar pontos de vista diferentes, que vão do entusiasmo pela Revolução à crítica veemente. O projeto trará textos ligados, entre outros, ao marxismo, eurasianismo, “ciitismo”, emigração, filosofia simbolista/religiosa, movimentos da poesia e da prosa de vanguarda. Serão textos críticos, artigos e fragmentos de diários e cartas de Zamiátin, Górki, Blok, Biély, Rózanov, Lunatchárski, Bukhárin, Bogdánov, Vorónski, Berdiáiev, Suvtchínski, Khliébnikov, Maiakóvski, David Vygódski, Liev Vygótski, Lunts, Tyniánov, Tsvetáieva, Mandelstam, Bábel, Guippius, Kollontai, Parnók, Kerjéntsev – cerca de 25 textos, todos breves (de 1 a 12 páginas), produzidos no “calor da hora” ou o mais próximo possível do primeiro momento revolucionário (ou seja, entre 1917 e 1924), complementados por breves poemas de Kliúiev, Volóchin, Kuzmin e Biédny.

CAPA_outubrotrotski.inddA Revolução de Outubro (nova edição)
de Leon Trótski

Antes de escrever o monumental História da Revolução Russa, Trótski fez um primeiro esboço, cujo resultado é este A Revolução de Outubro, precioso livro que as editoras Boitempo e Iskra publicaram há 10 anos, no 90º aniversário da Revolução Russa. Trótski, com a maestria de quem capta a essência do processo histórico, explica a tomada do poder pelos bolcheviques, momento único produzido pela combinação das condições concretas e da audácia e do espírito de vanguarda de Lênin e seus companheiros. A edição possui a orelha escrita por Emir Sader e conta, ainda, com uma cronologia sobre a Revolução Russa e a constituição da república soviética, além de um artigo inédito de John Reed, “Os sovietes em ação”, publicado originalmente em 1918 no The Liberator, dirigido por Max Eastman, e traduzido por Beatriz Medina a partir do original em inglês.

Capa_Reconstruindo Lênin_provisoria_1Reconstruindo Lênin
de Tamás Krausz

Vladimir Ilyich Lênin é uma das figuras mais enigmáticas e influentes do século XX. Embora a sua vida e o seu trabalho sejam cruciais para a compreensão da história moderna e do movimento socialista, gerações de escritores, à esquerda e à direita, consideraram oportuno embalsamá-lo com uma análise superficial ou um dogma sombrio. Agora, depois da queda da União Soviética e do socialismo “realmente existente”, é possível retornar a Lênin e mirar em suas contribuições teóricas e políticas. Reconstruindo Lênin, escrito durante quatro décadas pelo pesquisador húngaro Tamáz Krausz, especialista em história russa, está sendo traduzido para o português e será lançado no ano do centenário da Revolução de Outubro.

Outubro_capa frente_quase finalOutubro: história da Revolução Russa
de China Miéville

Em fevereiro de 1917, a Rússia era uma monarquia atrasada e autocrática chafurdada em uma guerra impopular. Em outubro, depois não apenas de uma, mas de duas revoluções, ela havia se tornado o primeiro Estado de trabalhadores do mundo, empenhando-se para estar na vanguarda da revolução global. Como se deu essa transformação inimaginável? Fazendo um giro panorâmico que nos leva de São Petersburgo e Moscou às vilas mais remotas de um império que se alastrava, Miéville revela as catástrofes, intrigas e inspirações de 1917, em toda sua paixão, drama e estranheza. O autor intervém com maestria em debates historiográficos de longa data, mas sua narrativa tem em mente especialmente o leitor não especializado, que busca uma noção abrangente dos fatos daquele ano que mudou todo o século XX. Eis aqui um relato de tirar o fôlego sobre esse ponto de virada para a civilização, que ainda ressoa fortemente hoje.

SOBRE O TEMA DA REVOLUÇÃO RUSSA, LEIA TAMBÉM OS TÍTULOS JÁ PUBLICADOS:

capa_o homem que amava os cachorros_altaO homem que amava os cachorros 
de Leonardo Padura

Em uma praia de Havana, dois cães medeiam o improvável encontro entre um escritor frustrado, um misterioso estrangeiro e a História. Reconstruindo as trajetórias do líder soviético Leon Trótski e de seu assassino, o militante espanhol Ramón Mercader, O homem que amava os cachorros conduz o leitor pelos impasses da grande utopia revolucionária do século XX e por seus desdobramentos em nosso tempo. Um romance épico e universal, magistralmente escrito.

As mulheres o Estado e a revolução CS6.inddMulher, Estado e revolução: política da família soviética e da vida social entre 1917 e 1936
de Wendy  Goldman

Uma análise da estrutura familiar, da sexualidade, do casamento e do divórcio na União Soviética, entre os anos de 1917 e 1936.

Armas da critica, AsAs armas da crítica: antologia do pensamento de esquerda
de Ivana Jinkins e Emir Sader (orgs.)

Com curadoria de Ivana Jinkings e Emir Sader, a obra reúne trechos dos principais textos dos marxistas clássicos: Marx, Engels, Lênin, Trótski, Rosa Luxemburgo e Gramsci.

 ano1capa.inddO Ano I da Revolução Russa
de Victor Serge

Este livro é o relato da odisseia real da construção de uma nova sociedade, narrado com uma combinação de rigor, riqueza de dados e um grande entusiasmo pela aventura de mudar o mundo.

  As portas da revolucaoÀs portas da revolução: escritos de Lênin de 1917
de Slavoj Žizek

Com abordagem original e provocativa, Žižek retoma textos escritos por Lênin meses antes da Revolução Russa de 1917, analisando o espírito intelectual e revolucionário do líder bolchevique.

 Trabalhadores, uni-vosTrabalhadores, uni-vos! Antologia política da I Internacional
de Marcello Musto (org.)

Coletânea de textos da Primeira Internacional Comunista (1864 publicada em seu 150º aniversário, a leitura permite refletir sobre sucessos, fracassos e aprendizagens.

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